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O que são ataques de pânico?

 

Apesar de hoje em dia já se ouvir falar bastante de ataques de pânico, para aqueles que nunca vivenciaram um episódio pode ser difícil compreender o quão estas experiências podem ser assustadoras.

Um ataque de pânico não é apenas uma sensação de ansiedade, trata-se de uma resposta do cérebro perante um evento que nos coloca numa situação de “luta ou fuga”.

Além disso, os ataques de pânico também são frequentemente associados a sensações físicas com grande intensidade e, por isso, são muitas vezes mal interpretadas, como se tratassem de reações físicas perigosas.

Apesar de serem relativamente comuns, os ataques de pânico muitas vezes não são bem compreendidos e, como resultado, muitas pessoas acabam por sofrer desnecessariamente por não saberem que o que estão a experienciar é de natureza psicológica e tem um tratamento eficaz.

 

O que saber sobre um ataque de ataque de pânico?

A primeira e mais importante coisa a saber sobre ataques de pânico é que eles não são perigosos. As pessoas sentem como se fosse algo perigoso, porque envolve o sistema de emergência do nosso cérebro, que nos diz que estamos perante um perigo iminente. No entanto, o que acontece é que o cérebro está a disparar falsos alarmes.

Por outro lado, como os ataques de pânico são tão desagradáveis e muitas vezes parecem tratar-se de um problema físico grave, as pessoas muitas vezes assumem que algum tipo de medicação será necessário para um tratamento eficaz.

Embora os ataques de pânico possam ocorrer na sequência de um determinado contexto no qual a medicação é apropriada e útil, o tratamento dos ataques de pânico, nem sempre requer medicação.

 

O que é um ataque de pânico?

Um ataque de pânico pode ser descrito como um período de tempo de medo ou desconforto intensos durante o qual surgem vários sintomas que se desenvolveram abruptamente e atingem um pico num espaço de 10 minutos.

Ao contrário de uma crise de ansiedade, associada à antecipação de que algo pode acontecer, durante um ataque de pânico, a pessoa tem a sensação de que algo de muito grave está, realmente, a acontecer naquele momento. Por isso, surge muitas vezes associado o medo de que se está a morrer, a enlouquecer ou a perder o controlo.

Dado que o pânico envolve a percepção de um perigo atual ou iminente, o cérebro activa o nosso instinto de “fuga”, o qual é uma resposta fisiológica que ocorre para nos ajudar a escapar de situações que ameaçam a nossa vida.

 

Quando esta resposta é activada, pode resultar no seguinte conjunto de sintomas, os quais podem surgir durante um ataque de pânico:

* Aumento da frequência cardíaca ou palpitações

* Suores

* Tremores

* Falta de ar

* Aperto no peito ou desconforto

* Náuseas

* Tonturas

* Sensação de dormência ou formigueiro

* Calafrios ou ondas de calor

 

Apesar dos ataques de pânico serem inofensivos, tendo em conta os sintomas acima referidos, compreendemos por que é que a pessoa que experiência um ataque de pânico pensa que está a acontecer algo de muito grave com ela.

 

O que causa ataques de pânico?

Os ataques de pânico podem decorrer na sequência de uma situação ou de forma súbita, sem qualquer razão aparente para tal.

Por exemplo, alguém com fobia de falar em público pode ter um ataque de pânico antes de fazer o discurso perante o público, enquanto alguém com ataques de pânico súbitos teria dificuldade em identificar por que razão o ataque de pânico surgiu.

Quanto aos ataques de pânico súbitos, naturalmente que a primeira reação é querer sair da situação onde está para que a ansiedade diminua e, assim, acabar com o ataque de pânico. Embora evitar estas situações possa parecer-lhe eficaz a curto prazo, poderá estender o evitamento a outras situações e, assim, não se dá a si mesmo uma oportunidade para aprender a lidar com esses momentos.

Os ataques de pânico súbitos são, geralmente, causados pela interpretação errada de determinadas sensações corporais e, por isso, a pessoa vê-se envolvida em pensamentos catastróficos como “eu vou morrer”; “estou a enlouquecer” ou “estou a perder o controlo sobre mim mesmo”.

Como resultado, desenvolve-se um medo e uma ansiedade constantes de voltar a ter um ataque de pânico a qualquer momento. Por outras palavras, é como se estivesse a dar um “feedback” positivo aos pensamentos catastróficos e às sensações corporais, ou seja, como se uma sensação de falta de ar ou um batimento cardíaco rápido, possa despoletar um pensamento assustador como “devo estar prestes a ter um ataque de pânico!”

Estes pensamentos, por sua vez, despoletam mais ansiedade e mais pensamentos ansiosos.

Sabemos que, em alguns casos, as pessoas convivem com ataques de pânico há vários anos, no entanto, esta é uma situação que se trata com alguma rapidez e com excelentes resultados.

No trabalho terapêutico com ataques de pânico, intervimos, primeiro, no pânico, ensinando-o a regular a ansiedade e, depois, ajudando-o a confrontar-se, progressiva e confortavelmente, com as situações que tem evitado.

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