fisioterapiagoldenhandsfisioterapiagoldenhandshttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/artigosArtigo de Opinião: "A importância da empatia nas crianças"]]>Psicóloga Carla Pinhalhttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2019/10/24/Artigo-de-Opini%C3%A3o-A-import%C3%A2ncia-da-empatia-nas-crian%C3%A7ashttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2019/10/24/Artigo-de-Opini%C3%A3o-A-import%C3%A2ncia-da-empatia-nas-crian%C3%A7asThu, 24 Oct 2019 14:10:16 +0000
Quase todos os dias ouvimos falar de ser empático, de ter empatia para com os outros...mas o que significa?
A empatia envolve a capacidade de nos posicionarmos no lugar do outro para compreendermos a sua realidade interna, independentemente da pessoa em questão, de estarmos ou não de acordo com ela ou de simpatizarmos ou não com ela.
A empatia genuína está ao serviço da comunhão emocional, da aceitação e do respeito pelo outro e pela sua realidade, o que implica, por vezes, ir contra as nossas próprias ideias e crenças.
Na Dinamarca (considerado o país mais feliz do mundo), o sistema educacional inclui, desde 1993, aulas obrigatórias que ensinam a empatia a alunos dos 6 aos 16 anos. Defendem que aprender a ter e praticar empatia ajudará as crianças e jovens a construir relacionamentos evitando o assédio moral e a obter sucesso. Nestas aulas os alunos conversam e partilham os seus problemas (pessoais ou relacionados com a escola) e, juntamente com o professor e restantes alunos, discutem formas de resolver os problemas. Aqui os alunos aprendem a importância da escuta e do respeito mútuo. Em vez de se concentrarem em serem os melhores (atitude individualista) os alunos trabalham em equipa para o desenvolvimento dos seus talentos mas também para ajudar os colegas que têm mais dificuldades nas mesmas áreas.
A boa capacidade empática pode ser entendida como a capacidade de entender o outro tendo como enquadramento a realidade deste e nunca utilizando como referência a nossa própria experiência.
Vivemos em sociedades hiperconectadas, ou seja, estamos ligados ao mundo mas não estamos “ligados” a quem está ao nosso lado, as relações e as noções morais são, por vezes, fluidas e a preocupação com o outro nem sempre é uma prioridade. Nesse cenário, a falta de empatia pode ser associada a problemas como o bullying, a intolerância, o preconceito e a violência.
Em 2011, durante a conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, nos Estados Unidos, uma equipe de pesquisadores apresentou dados de que a falta de empatia em crianças entre 7 e 12 anos pode ser sinal de futuros actos antissociais, podendo suscitar até mesmo comportamentos severamente violentos, tornando-se em um risco para psicopatia na fase adulta.
É importante ressaltar que ensinar empatia às crianças, em casa ou nas escolas, é fazê-las entender a visão e os valores do próximo, é ensinar a criança a colocar-se no lugar do outro.
A habilidade empática pode ser positiva para o futuro das crianças ao promover a satisfação nos relacionamentos, aumentar a habilidade de superar adversidades, de lidar com diferenças e conflitos e trazer benefícios na saúde, nos estudos e na carreira profissional.
Na próxima edição vamos falar um pouco sobre a forma de ensinar a empatia em casa e na sala de aula.
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Outubro Rosa, Auto-exame da mama]]>Ft. Nádia Hipólitohttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2019/10/18/Outubro-Rosa-Auto-exame-da-mamahttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2019/10/18/Outubro-Rosa-Auto-exame-da-mamaFri, 18 Oct 2019 17:41:48 +0000
No mês da luta contra o cancro da mama, vimos chamar a sua atenção para um passo que deve adoptar na sua rotina, para poder detectar o cancro da mama de forma precoce.
O auto-exame da mama deve ser feito uma vez por mês, de preferência na semana a seguir ao período menstrual. Caso não seja menstruada, defina uma altura do mês para se lembrar, como o primeiro ou último dia do mês.
1º Observe
- Relaxada, observe os seios ao espelho, com os braços para baixo e com as mãos apoiadas na anca.
- Procure alterações no contorno da mama, zonas de endurecimento, inchaços, caroços, covinhas na pele, mudanças de cor na pele ou mamilo.
- Procure as mesmas alterações, mas agora com os braços elevados acima da cabeça.
2º Sinta
- Para a palpação deve utilizar a mão direita para a mama esquerda e vice-versa. Use a polpa dos dedos para palpar de forma firme e suave.
- Palpar toda a mama, da clavícula ao topo do abdómen, e da axila à zona média do decote.
- Deve seguir um padrão para garantir que abrange toda a área.
Círculos concêntricos: Pode começar no mamilo a realizar círculos cada vez maiores até cobrir toda a mama;Relógio: Dividir a mama em 6 segmentos, como um relógio. Comece na parte de cima da mama (12 horas), e desça até ao mamilo. De seguida, coloque os dedos nas 2 horas e repita o movimento. Continue até ter coberto todos os segmentos;Linhas verticais: Pode utilizar linhas verticais, começando de um lado, passando os dedos para cima e para baixo, até chegar ao outro lado da mama.
- Deve realizar a palpação deitada e em pé. Para facilitar, algumas mulheres preferem fazer a palpação durante o banho, com o peito ensaboado.
- Se encontrar alguma irregularidade, não entre em pânico. Deve ter em conta que as mamas não são iguais e que podem surgir alterações devido a diversos factores, como a idade, a toma de pílulas anticoncepcionais, os ciclos menstruais, a gravidez ou a menopausa. Consulte o seu médico, ele saberá encaminhá-la e responder às suas dúvidas.
Boraas, M., & Gupta, S. (2019). Breast Self-Exam. Obtido de Breastcancer.org: https://www.breastcancer.org/symptoms/testing/types/self_exam
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Pós- Parto]]>Ft. Nádia Hipólitohttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2019/10/10/P%C3%B3s--Partohttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2019/10/10/P%C3%B3s--PartoThu, 10 Oct 2019 20:02:38 +0000
O parto e o período que o sucede são uma experiência especial e emocionante para muitas mulheres. Contudo, é também um momento de muitas mudanças, sejam físicas, mentais ou sociais. Este período tem início logo após o parto e não tem um fim definido, apesar de se poderem definir alguns períodos: hospitalar (durante o internamento); pós-parto imediato (desde a alta hospitalar até às 6 semanas pós-parto, período no qual podem persistir muitas das alterações fisiológicas e morfológicas da gravidez); pós-parto tardio (de 6 semanas a 1 ano).
O período pós-parto é uma oportunidade para iniciar ou voltar à actividade física. Os benefícios a curto prazo de um programa de exercício no pós-parto incluem a melhoria do humor e da saúde mental, diminuição de depressão pós-parto e ansiedade, da capacidade cardiorrespiratória, promoção da perda/manutenção de peso, especialmente se durante a gravidez tiver mantido a prática de exercício.
E a amamentação?
As guidelines atuais referem que a prática de actividade física moderada durante a amamentação não interfere de forma negativa no volume e composição do leite produzido nem no crescimento do bebé, desde que a ingestão de comida e líquidos seja adequada. Se o bebé não se alimentar bem imediatamente após a mãe praticar exercício, é recomendada a amamentação antes do exercício, adiar para uma hora após ou extrair leite antes do exercício para poder dar de seguida.
Quando começar?
Dependendo do tipo de parto, a maior parte dos exercícios podem ser continuados ou retomados depois do parto ou até 6 semanas após o mesmo, de forma gradual, conforme for confortável, excepto indicação médica do contrário. Após uma cesariana, deve sempre consultar o seu médico para saber quando é seguro retomar a actividade física.
Quanto, o quê?
As guidelines recomendam no mínimo 15 minutos de exercício, 3 a 5 vezes por semana, sendo que algumas mães podem sentir a necessidade de diminuir a intensidade ou duração dos exercícios, devido à fadiga inerente ao parto e cuidados ao recém-nascido. Mulheres saudáveis, com uma gravidez/ parto sem complicações, devem acumular 150 minutos de actividade física moderada a vigorosa durante a semana.
As actividades recomendadas passam pelo exercício aeróbico, exercícios para o pavimento pélvico, fortalecimento muscular, alongamento e caminhada. As actividades de impacto devem ser as últimas a ser retomadas. O treino dos músculos do pavimento pélvico é muito importante e deve ser iniciado logo após o parto para prevenir problemas de incontinência urinária no futuro.
O que podemos fazer por si?
Na nossa clínica temos Aulas de Pós-Parto a decorrer duas vezes por semana – Quartas e Sextas-Feiras, às 14h – onde praticamos, após uma avaliação, exercícios de Pilates Clínico adaptados ao período Pós-Parto, trabalhando postura, fortalecimento muscular, incluindo do pavimento pélvico, e alongamento/ relaxamento. Pode trazer o seu bebé!
Evenson, K., Mottola, M., Owe, K., Rousham, E., & Brown, W. (2014). Summary of International Guidelines for Physical Activity Following Pregnancy. Obstetrical & Gynecological Survey, 69(7), 407–414.
Haran, C., Driel, M., Mitchell, B., & Brodribb, W. (2014). Clinical guidelines for postpartum women and infants in primary care–a systematic review. MC Pregnancy and Childbirth, 14, 51-60.
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Escoliose o que é?]]>Ft. Nádia Hipólitohttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2019/10/03/Escoliose-o-que-%C3%A9https://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2019/10/03/Escoliose-o-que-%C3%A9Thu, 03 Oct 2019 16:51:02 +0000
A escoliose é uma deformidade tridimensional da coluna vertebral. A sua forma mais comum (70 a 80% dos casos) é a escoliose idiopática, cuja causa é desconhecida, com uma prevalência de 2 a 4% em crianças entre os 10 e os 16 anos. Posturas mantidas por longos períodos de tempo, desequilíbrios musculares e pouca consciência corporal são alguns dos fatores que podem contribuir para esta problemática. Fatores genéticos contribuem com cerca de um terço do risco de desenvolvimento da doença.
Sinais e Sintomas
A primeira suspeita de escoliose pode ser a observação de um ombro mais elevado do que o outro ou quando as roupas não se alinham corretamente (ex.: vestido mais comprido de um lado). Uma escoliose mais severa pode provocar alterações mais visíveis. Isto ocorre quando a coluna vertebral apresenta uma alteração acentuada, afetando as inserções musculares e ligamentares, podendo ser visível uma aparente diferença do comprimento das pernas ou assimetria da parede torácica ou da bacia.
Devido aos desequilíbrios musculares e alteração das estruturas, a escoliose pode causar dor, diminuição de flexibilidade, ou até menor capacidade cardiorrespiratória.
Diagnóstico
Para confirmar a presença da escoliose, deve ser feita uma radiografia à coluna, o que permite medir o grau de curvatura. A curva é mais pronunciada quando os pacientes se curvam para a frente. Curvas superiores a 10° são consideradas significativas. O prognóstico depende do local e da gravidade da curva, e da idade de início dos sintomas.
Tratamento
Em casos mais graves pode ser necessário o encaminhamento ao ortopedista, mas a cirurgia só é considerada em curvas muito acentuadas (normalmente >40º). Nos restantes casos, o tratamento passa pela fisioterapia, incluindo um programa de exercícios adaptados a cada caso, para reestabelecer o equilíbrio e simetria das estruturas das costas. Exercícios como o Pilates Clínico demonstraram-se eficazes na diminuição do Ângulo de Cobb, aumento de flexibilidade e melhor distribuição de peso em pessoas com escoliose, reduzindo a dor e incapacidade. Também pode ser sugerido em alguns casos o suporte vertebral, como os coletes.
Dicas
No início de mais um ano letivo, deixamos algumas dicas da Direção Geral do Consumidor para contribuir para o bem-estar dos mais pequenos:
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O que é o STRESS?]]>Psicóloga Rita Lealhttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2019/01/29/O-que-%C3%A9-o-STRESShttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2019/01/29/O-que-%C3%A9-o-STRESSTue, 29 Jan 2019 18:34:54 +0000
Na sociedade actual verifica-se um aumento significativo do stress, devido ao ritmo de vida, que a maioria de nós vivência todos os dias. Uma vez, que as actividades laborais consomem a maioria do tempo das pessoas, bem como o cumprimento de horários rígidos, entre outras situações comuns ao dia-a-dia do ser humano, contribuem de forma gradual para o aumento dos níveis de STRESS.
Quando os sintomas de stress persistem por um determinado período de tempo de forma consecutiva, podem ocorrer sintomas de ansiedade e depressão.
Os nossos mecanismos de defesa passam a não responder de uma forma eficaz, aumentando assim a possibilidade do aparecimento de doenças, especialmente cardiovasculares. Ao nível físico o nosso organismo quando é confrontado com situações propícias a desencadear reacções de stress, produz de forma mais rápida hormonas, como é o exemplo da adrenalina.
Contudo, importa referir que o Stress não é considerado uma doença, mas sim uma reacção do organismo a uma ou mais sobrecargas de factores externos como por exemplo:
– Trânsito;
– Problemas financeiros , profissionais ou familiares;
– Doenças crónicas ou acidentes;
– Consumos de álcool e ou drogas;
– Características de personalidades que revelam uma maior insegurança ou que apresentem baixa tolerância à frustração.
Diferentes Níveis, Tipos e Fases de Stress
O nível de stress varia de pessoa para pessoa. Ou seja, o que é stressante para determinada pessoa (muito stress), pode não o ser para outra e o que parece resultar como atenuante do stress numa pessoa pode não ser eficaz com outra.
O stress pode causar danos generalizados, por isso, é importante conhecermos as suas diferentes fases e o nosso próprio limite. Algumas pessoas são capazes de desmoronar perante um obstáculo ou frustração, enquanto outras parecem prosperar sobre a emoção e o desafio de um estilo de vida de alto stress.
A capacidade do indivíduo o tolerar depende de muitos fatores, incluindo a qualidade dos seus relacionamentos, a sua visão geral sobre a vida, a sua inteligência emocional e a própria genética.
Podemos identificar dois tipos de stress: o stress positivo e negativo.
A fase positiva (stress positivo) também é conhecida como eustress e a fase negativa (stress negativo) como distress.
O Stress Positivo ( Eustress) é agradável e construtivo, associado a emoções positivas, provoca efeitos benéficos no nosso organismo. É o eustress que impulsiona os nossos comportamentos e que contribui para que possamos agir de forma mais activa perante determinada circunstância da nossa vida. Em momentos de indecisão o eustress funciona como uma espécie de “bebida energética” que leva o ser humano a decidir de forma activa face a determinada situação.
O Stress Negativo (Distress) é associado a sofrimento e a aspectos negativos da nossa vida, o distress tem efeitos nocivos no nosso organismo.
No entanto, o stress nem sempre é negativo. Em pequenas doses, pode ajudar-nos a trabalhar sob pressão e motiva-nos a fazer o nosso melhor. Pelo contrário, quando atinge níveis elevados, o corpo e a mente pagam o seu preço.
O stress não surge apenas em consequência de acontecimentos desagradáveis. Acontecimentos positivos, mas que constituem uma mudança significativa na nossa vida, como por exemplo casar, uma nova atividade profissional, uma gravidez, mudança de casa ou cidade, etc, também nos podem deixar tensos e provocar stress e ansiedade.
O problema nos tempos modernos é que a resposta ao stress é acionada regularmente pelo nosso organismo, embora as nossas vidas não estejam em perigo, e a exposição crónica às hormonas do stress pode prejudicar o organismo (stress crónico ).
É importante aprender a reconhecer quando o nível de stress está fora do seu controlo e é entendido por si como ultrapassando os seus recursos disponíveis, físicos e psicológicos.
É importante saber reconhecê-lo e efectuar uma boa gestão do stress, de forma a minimizar o problema.
Stress – Quais os principais sintomas?
Os sintomas de stress são a forma que o nosso organismo encontra para nos informar das alterações a que está a ser sujeito.
Para melhor entendermos quais são os sintomas do stress, para os quais devemos estar atentos, dividi-los-emos em mentais e físicos (stress mental e stress sintomas físicos).
Os sintomas de stress emocional são, vulgarmente, os que se seguem:
* Cansaço mental;
* Perda de memória;
* Falta de concentração;
* Apatia e desânimo (pensamentos negativos);
* Ansiedade;
* Preocupação excessiva;
* Alterações no humor (mau humor constante, ou mais frequente);
* Irritabilidade excessiva (a pessoa sente-se frequentemente irritada);
* Agitação psicomotora, incapacidade de relaxar;
* Sentimentos de estar sobrecarregada ou sobrecarregado;
* Sentimento de solidão e isolamento (isolar-se dos outros);
* Depressão ou tristeza;
* Negligenciar responsabilidades, evitar situações;
* O uso de café, álcool, tabaco ou drogas para tentar relaxar.
Os sintomas físicos do stress são, geralmente, os seguintes:
* Sensação de cansaço;
* Dor de costas, dor muscular;
* Diarreia ou obstipação (prisão de ventre);
* Dor na barriga (estômago);
* Azia;
* Tensão arterial alta;
* Tonturas e náuseas;
* Dor de cabeça;
* Dor no peito;
* Frequência cardíaca mais acelerada (taquicardia);
* Perda do desejo sexual (falta de desejo);
* Alergias e constipações frequentes;
* Alterações no apetite (comer muito ou falta de apetite);
* Perturbações do sono (excesso de sono, dificuldade em dormir - sem sono);
* Tiques nervosos (roer as unhas, por exemplo);
* Queda de cabelo;
* Alteração dos níveis de colesterol e triglicerídeos;
* Alterações na menstruação;
* Mãos transpiradas;
* Herpes.
Obviamente, o stress não é causado exclusivamente por factores externos. Ele pode ser desenvolvido, por exemplo, quando nos preocupamos, excessivamente, com algo que pode ou não vir a acontecer, pensamentos pessimistas sobre a vida, isto também pode constituir uma fonte de stress. As causas do stress também dependem da percepção que temos dele. Algo que é stressante para uma pessoa pode não o ser para outra.
Conheça, de seguida, algumas das causas comuns de stress.
Causas de stress externas
* Stress no trabalho (stress profissional);
* Problemas financeiros;
* Grandes mudanças na vida;
* Problemas familiares;
Causas de stress internas
Padrão de comportamento ansioso (stressada / stressado);
* Pessimismo;
* Expectativas irreais / perfeccionismo;
* Pensamento rígido, falta de flexibilidade;
* Atitudes de “tudo ou nada”.
Com a pressão do dia-a-dia e o ritmo acelerado em que vivemos muitos de nós, cheios de responsabilidades profissionais e familiares, não é de admirar que, por vezes, nos sintamos stressados ao limite, perdendo o controlo das nossas vidas.
Stress crónico (Bournout)
O stress bournout é uma situação limite onde existe stress de tal forma excessivo que podem daí advir graves consequências.
O stress crónico perturba quase todos os sistemas do seu organismo, sendo os sintomas de stress crónico ainda mais exacerbados. A exposição prolongada ao stress (crónico) pode levar a sérios problemas de saúde.
O corpo não faz distinção entre as ameaças físicas e as psicológicas. Quando estamos stressados devido a uma agenda repleta, uma discussão com um colega, um engarrafamento no trânsito ou uma montanha de contas, o seu corpo reage tão fortemente como se estivesse diante de uma situação de vida ou de morte. Como já vimos, se temos muitas responsabilidades e preocupações, a nossa resposta ao stress de emergência pode ser "ligado" a maior parte do tempo. O sistema de stress do seu corpo é activado, o mais difícil é desligá-lo.
Ele pode aumentar a pressão arterial, suprimir o sistema imunológico, aumentar o risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral, contribuir para a infertilidade e acelerar o processo de envelhecimento. O stress crónico pode até reprogramar o cérebro, deixando-o mais vulnerável à ansiedade e depressão.
Quando o stress começa a interferir com a sua capacidade de viver uma vida normal por um período prolongado, torna-se perigoso. Quanto mais tempo o stress durar, pior tanto para a mente como para o corpo. Podemos sentirmos-nos cansados, incapazes de nos concentrarmos ou irritados sem uma boa razão, por exemplo. Nesta fase é provocado um grande desgaste no seu corpo e aí sim podemos enfrentar uma situação complicada.
Todos nós temos que conviver com o stress, mas se não for travado pode, profundamente, afectar tanto a mente como o corpo.
Se tem dificuldade em gerir o stress, pode precisar de ajuda extra.
Nesse caso procure um especialista que o ajude no controlo dos seus níveis de stress.
Felizmente, se agirmos atempadamente podemos controlar a nossa vida, gerindo o stress e os efeitos no organismo, de modo a evitar esta situação limite.
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O QUE SÃO AS ORTÓTESES PLANTARES/ PALMILHAS PERSONALIZADAS?]]>Podologista Ana Catarinohttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2018/08/02/O-QUE-S%C3%83O-AS-ORT%C3%93TESES-PLANTARES-PALMILHAS-PERSONALIZADAShttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2018/08/02/O-QUE-S%C3%83O-AS-ORT%C3%93TESES-PLANTARES-PALMILHAS-PERSONALIZADASThu, 02 Aug 2018 09:36:16 +0000
Imagine que, sente o seu peso todo nos pés de uma forma muito intensa, que só apoia uma parte do mesmo, porque tem o pé cavo, ou assenta o pé todo no chão, (pé plano). Os seus dedos estão a ficar em garra, ou já tem um Neuroma de Morton, joanetes (Hallux Valgus) entre outros problemas, que o incomodam e dificultam na marcha, a dormir ou apenas em repouso provocando dor e mau estar.
Sabia que as palmilhas ortopédicas ou ortóteses plantares, são produtos ortopédicos destinados ao envolvimento do pé na sua região plantar (parte inferior), com a finalidade de acomodar ou corrigir esses problemas?
As ortóteses plantares ou palmilhas podem ser usadas para redistribuir forças ou aliviar pressões excessivas sobre determinada área do pé, são realizadas à medida do pé do paciente tendo em conta a sua situação clínica.
Podem ser utilizadas em todas as faixas etárias e para lazer ou desporto?
Sim, Todas as faixas etárias podem necessitar de utilizar palmilhas, no caso das crianças são utilizadas para correcção do apoio do pé (pé plano/ cavo, retropé valgo/varo), doença de Sever. Em adultos podem ser utilizadas em diversas patologias clínicas como por exemplo: pé cavo, pé plano, heterometrias (diferença de comprimento dos membros inferiores), esporão do calcâneo, fasceíte plantar, alívio de excesso de pressão em determinada zona do pé. Podem também ser utilizadas por desportistas para correcção biomecânica e melhoria da sua performance.
É fácil adquirir umas palmilhas destas?
Tudo o que tem de fazer é marcar um consulta com o nosso podologista e fazer uma avaliação pormenorizada.
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O que é o Bullying?Psicóloga Rita Lealhttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2018/07/04/O-que-%C3%A9-o-Bullyinghttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2018/07/04/O-que-%C3%A9-o-BullyingWed, 04 Jul 2018 14:36:32 +0000
Significado de Bullying: Bullying é a prática de atos violentos, intencionais e repetidos, contra uma pessoa indefesa, que podem causar danos físicos e psicológicos às vítimas. As práticas mais comuns de bullying são :gozar, bater, ridicularizar, chamar nomes, humilhar, etc. A violência é praticada por um ou mais indivíduos, com o objetivo de intimidar, humilhar ou agredir fisicamente a vítima. O bullying geralmente é feito contra alguém que não consegue se defender ou entender os motivos que levam à tal agressão. Normalmente, a vítima teme os agressores, seja por causa da sua aparente superioridade física ou pela intimidação e influência que exercem sobre o meio social em que está inserido. Uma das formas mais comuns de bullying é o que acontece no ambiente escolar. Em quase todos os países, o bullying na escola é um problema recorrente. As formas de agressão entre os alunos são das mais variadas e podem acontecer em quase todos os níveis da fase escolar, desde a primária até os últimos anos do ensino secundário, ou universitário. O bullying atrapalha não só a aprendizagem dos alunos na escola, como também afeta o seu comportamento fora da escola. Os pais e professores devem estar atentos às atitudes dos seus filhos e alunos, principalmente em alterações de comportamento, hematomas no corpo e outras situações que pareçam fora do comum. Consequências do bullying As pessoas agredidas pelo bullying apresentam alguns sintomas, como: -distúrbio do sono -problemas de estômago -transtornos alimentares -irritabilidade -depressão -transtornos de ansiedade -dor de cabeça -falta de apetite -pensamentos destrutivos, como desejo de morrer, entre outros. Na maioria dos casos as vítimas recorrem a tratamentos psicológicos, como terapias para amenizar as marcas deixadas pela agressão.
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O que são ataques de pânico?]]>Psicóloga Rita Lealhttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2018/05/23/O-que-s%C3%A3o-ataques-de-p%C3%A2nicohttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2018/05/23/O-que-s%C3%A3o-ataques-de-p%C3%A2nicoWed, 23 May 2018 15:27:23 +0000
Apesar de hoje em dia já se ouvir falar bastante de ataques de pânico, para aqueles que nunca vivenciaram um episódio pode ser difícil compreender o quão estas experiências podem ser assustadoras.
Um ataque de pânico não é apenas uma sensação de ansiedade, trata-se de uma resposta do cérebro perante um evento que nos coloca numa situação de “luta ou fuga”.
Além disso, os ataques de pânico também são frequentemente associados a sensações físicas com grande intensidade e, por isso, são muitas vezes mal interpretadas, como se tratassem de reações físicas perigosas.
Apesar de serem relativamente comuns, os ataques de pânico muitas vezes não são bem compreendidos e, como resultado, muitas pessoas acabam por sofrer desnecessariamente por não saberem que o que estão a experienciar é de natureza psicológica e tem um tratamento eficaz.
O que saber sobre um ataque de ataque de pânico?
A primeira e mais importante coisa a saber sobre ataques de pânico é que eles não são perigosos. As pessoas sentem como se fosse algo perigoso, porque envolve o sistema de emergência do nosso cérebro, que nos diz que estamos perante um perigo iminente. No entanto, o que acontece é que o cérebro está a disparar falsos alarmes.
Por outro lado, como os ataques de pânico são tão desagradáveis e muitas vezes parecem tratar-se de um problema físico grave, as pessoas muitas vezes assumem que algum tipo de medicação será necessário para um tratamento eficaz.
Embora os ataques de pânico possam ocorrer na sequência de um determinado contexto no qual a medicação é apropriada e útil, o tratamento dos ataques de pânico, nem sempre requer medicação.
O que é um ataque de pânico?
Um ataque de pânico pode ser descrito como um período de tempo de medo ou desconforto intensos durante o qual surgem vários sintomas que se desenvolveram abruptamente e atingem um pico num espaço de 10 minutos.
Ao contrário de uma crise de ansiedade, associada à antecipação de que algo pode acontecer, durante um ataque de pânico, a pessoa tem a sensação de que algo de muito grave está, realmente, a acontecer naquele momento. Por isso, surge muitas vezes associado o medo de que se está a morrer, a enlouquecer ou a perder o controlo.
Dado que o pânico envolve a percepção de um perigo atual ou iminente, o cérebro activa o nosso instinto de “fuga”, o qual é uma resposta fisiológica que ocorre para nos ajudar a escapar de situações que ameaçam a nossa vida.
Quando esta resposta é activada, pode resultar no seguinte conjunto de sintomas, os quais podem surgir durante um ataque de pânico:
* Aumento da frequência cardíaca ou palpitações
* Suores
* Tremores
* Falta de ar
* Aperto no peito ou desconforto
* Náuseas
* Tonturas
* Sensação de dormência ou formigueiro
* Calafrios ou ondas de calor
Apesar dos ataques de pânico serem inofensivos, tendo em conta os sintomas acima referidos, compreendemos por que é que a pessoa que experiência um ataque de pânico pensa que está a acontecer algo de muito grave com ela.
O que causa ataques de pânico?
Os ataques de pânico podem decorrer na sequência de uma situação ou de forma súbita, sem qualquer razão aparente para tal.
Por exemplo, alguém com fobia de falar em público pode ter um ataque de pânico antes de fazer o discurso perante o público, enquanto alguém com ataques de pânico súbitos teria dificuldade em identificar por que razão o ataque de pânico surgiu.
Quanto aos ataques de pânico súbitos, naturalmente que a primeira reação é querer sair da situação onde está para que a ansiedade diminua e, assim, acabar com o ataque de pânico. Embora evitar estas situações possa parecer-lhe eficaz a curto prazo, poderá estender o evitamento a outras situações e, assim, não se dá a si mesmo uma oportunidade para aprender a lidar com esses momentos.
Os ataques de pânico súbitos são, geralmente, causados pela interpretação errada de determinadas sensações corporais e, por isso, a pessoa vê-se envolvida em pensamentos catastróficos como “eu vou morrer”; “estou a enlouquecer” ou “estou a perder o controlo sobre mim mesmo”.
Como resultado, desenvolve-se um medo e uma ansiedade constantes de voltar a ter um ataque de pânico a qualquer momento. Por outras palavras, é como se estivesse a dar um “feedback” positivo aos pensamentos catastróficos e às sensações corporais, ou seja, como se uma sensação de falta de ar ou um batimento cardíaco rápido, possa despoletar um pensamento assustador como “devo estar prestes a ter um ataque de pânico!”
Estes pensamentos, por sua vez, despoletam mais ansiedade e mais pensamentos ansiosos.
Sabemos que, em alguns casos, as pessoas convivem com ataques de pânico há vários anos, no entanto, esta é uma situação que se trata com alguma rapidez e com excelentes resultados.
No trabalho terapêutico com ataques de pânico, intervimos, primeiro, no pânico, ensinando-o a regular a ansiedade e, depois, ajudando-o a confrontar-se, progressiva e confortavelmente, com as situações que tem evitado.
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O que é a Depressão?Psicóloga Rita Lealhttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2018/04/10/O-que-%C3%A9-a-Depress%C3%A3ohttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2018/04/10/O-que-%C3%A9-a-Depress%C3%A3oTue, 10 Apr 2018 11:25:24 +0000
A Depressão é um distúrbio afectivo que acompanha a humanidade ao longo da sua história.
Pessoas que sofrem com distúrbios de depressão apresentam uma tristeza profunda, perda de interesse generalizado, falta de ânimo, de apetite, ausência de prazer e oscilações de humor que podem culminar em pensamentos suicidas.
Causas
A depressão é na realidade uma ampla família de doenças, por isso denominada Síndrome. Há uma série de evidências que mostram alterações químicas no cérebro do indivíduo deprimido, principalmente com relação aos neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células. Outros processos que ocorrem dentro das células nervosas também estão envolvidos.
Ao contrário do que normalmente se pensa, os factores psicológicos e sociais, muitas vezes, são consequência e não causa da depressão. Vale ressaltar que o stress pode precipitar a depressão, em pessoas com predisposição, que provavelmente é genética. A prevalência, (número de casos numa população), da depressão é estimada em 19%, o que significa que aproximadamente uma em cada cinco pessoas no mundo apresenta o problema em algum momento da sua vida.
Tristeza x Depressão
Há uma grande diferença entre tristeza e depressão. A tristeza pode ocorrer desencadeada por algum facto do quotidiano, onde a pessoa realmente sofre com aquilo, até conseguir assimilar o que está a acontecer e geralmente não dura mais do que quinze a vinte dias.
Já a depressão instala-se e se não for tratada pode piorar e passar por três estágios: leve, moderada e grave.
Geralmente a pessoa pode apresentar dois ou mais dos seguintes sintomas:
ApatiaFalta de motivaçãoMedos que antes não existiamDificuldade de concentraçãoPerda ou aumento de apetiteAlto grau de pessimismoIndecisãoInsegurançaInsóniasFalta de vontade em fazer atividades antes prazerosasSensação de vazioIrritabilidadeRaciocínio mais lentoEsquecimentoAnsiedadeAngústia.
Além disso, o indivíduo pode apresentar alguns sintomas físicos, em que os médicos não conseguem encontrar causas aparentes, como:
Dores de barrigaMá digestãoAziaObstipaçãoFlatulênciaTensão na nuca e nos ombrosDores de cabeçaDores no corpoPressão no peito.
Estes são alguns dos indícios da depressão.
Tipos
Existem diversos tipos de distúrbios de depressão. Os mais comuns são:
Episódio depressivo
Um episódio depressivo costuma ser classificado como um período de tempo em que a pessoa apresenta uma alteração em seu comportamento.
Uma pessoa que passa por um episódio depressivo apresenta sintomas da síndrome depressiva, como (3):
Humor deprimidoFalta de energiaFalta de iniciativa e vontadeFalta de prazerAlteração do sonoAlteração do apetiteLentidão no pensamentoLentidão motora.
Estes quadros tendem a ter uma duração mais curta, até seis meses, sem uma intensificação dos sintomas.
Se uma pessoa começa a ter quadros depressivos recorrentes ou mantém os sintomas de depressão por mais de seis meses com uma intensificação do quadro, pode-se considerar que ela esteja a passar por um transtorno depressivo maior.
Transtorno Depressivo Maior
Normalmente o transtorno depressivo maior é um quadro mais grave e também tem grande relação com a herança genética.
Nele há uma mudança química no funcionamento do cérebro, que pode ser desencadeada por uma causa física ou emocional.
Por isso, o acompanhamento psicológico é imprescindível, tanto para o diagnóstico, quanto para o tratamento adequado, para voltar a ter qualidade de vida, com alegria e bem estar.
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Dia da Consciencialização do Autismo]]>Terapeuta Guida Neves e Terapeuta Joana Gilhttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2018/04/03/Dia-da-Consciencializa%C3%A7%C3%A3o-do-Autismohttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2018/04/03/Dia-da-Consciencializa%C3%A7%C3%A3o-do-AutismoTue, 03 Apr 2018 11:12:49 +0000
As perturbações do espectro autista enquadram-se no grupo de perturbações mais severas com que os profissionais em saúde mental infantil lidam, dadas as suas repercussões no funcionamento da criança em áreas como as da socialização, comunicação e aprendizagem e a incerteza relativamente ao prognóstico. A Perturbação do Espectro do Autismo caracteriza-se por apresentar um défice significativo nos processos de aquisição das habilidades comunicacionais e linguísticas, causando um impedimento severo em diversas áreas do desenvolvimento, que constituem a interacção social, comunicação verbal, não verbal e comportamental. Este comportamento é visível através de: - ausência de contacto visual e emocional com as outras pessoas; - ausência de fala; - estereotipias, obsessão por rotinas familiares; - fascínio por objectos e utilização do interlocutor como mediador de situações e/ou uso do objecto (Oliveira, A., 2009). Segundo Dunlap, Pierce & Kay, (1999) as principais características das pessoas com autismo parecem residir nas dificuldades de desenvolvimento da comunicação verbal e não verbal, relacionamento social e actividades lúdicas, ou seja, nos domínios social; cognitivo e linguístico.
As características da criança com Perturbação do Espectro de Autismo manifestam-se desde o nascimento, estas crianças são tidas como estranhas: - raramente choram; - não reagem à presença da mãe, - não respondem a sorrisos; - não mostram interesse por objectos; - por vezes as vocalizações iniciais podem não surgir, ou estar atrasadas. - entre os seis e doze meses, a criança recusa a introdução de alimentos sólidos; - apresenta dificuldades em sentar-se ou gatinhar; - não é afectuosa; - sente dificuldade em articular palavras simples e não olha nem aponta para os objectos. A intervenção adequada desta patologia deve ser personalizada e adequada a cada indivíduo, devendo compreender componentes farmacológicos (quando e se necessário, dependendo do grau de severidade), comportamentais, educacionais e psicológicos. As intervenções na comunicação/linguagem são de uma grande importância nas crianças com PEA, uma vez que o desenvolvimento desta é o preditor mais forte de resultados no autismo, ou seja, torna-se indicador de um bom ou mau prognóstico. O Terapeuta da Fala na intervenção com crianças com PEA O Terapeuta da Fala (TF) pode intervir junto de crianças com PEA que apresentem irregularidades linguísticas específicas, tal como a ecolália ou o mutismo.
Apresentando como objectivo principal a diminuição a frequência ou até mesmo eliminar as formas pré-simbólicas não convencionais (por exemplo, gritos), substituindo-as por “instrumentos convencionais de comunicação, pré- simbólicos e simbólicos, alargando as suas intenções comunicativas às categorias pragmáticas não utilizadas”.
Nas crianças que apresentam linguagem oral (fala), a TF foca-se fundamentalmente no desenvolvimento da compreensão e expressão verbal, nomeadamente da semântica e pragmática. Se esta terapia for eficaz e eficiente, pode permitir às crianças autistas uma maior autonomia e independência, desenvolvendo também uma maior motivação para comunicar.
Além da intervenção na área da Linguagem/Comunicação a intervenção da TF foca-se também nas dificuldades de alimentação com base sensorial, intervindo conjuntamente com o terapeuta ocupacional, numa perspectiva de equipa multidisciplinar, com o objectivo comum, dentro de cada uma das áreas de intervenção, melhorar e adequar a motricidade e sensibilidade oral para a alimentação.
O Terapeuta da Fala Pode Ajudar e Fazer a Diferença!
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Quando devemos contactar um Psicólogo?]]>Psicóloga Rita Lealhttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2018/03/26/Quando-devemos-contactar-um-Psic%C3%B3logohttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2018/03/26/Quando-devemos-contactar-um-Psic%C3%B3logoMon, 26 Mar 2018 14:04:20 +0000
O actual ritmo das nossas vidas, não se compadece com os ritmos biológicos. Quase todos nós vemos televisão em excesso, deitamos-nos tarde e somos solicitados para acordar cedo para produzir. Isto foge aos ritmos biológicos naturais. tentamos viver contra a natureza o que tem custos, nomeadamente deixamos de dormir, de ter apetite, perdemos peso, sentimos-nos frustrados, etc.
Isto tem a ver com a carapaça psicológica, nem todos estamos preparados para enfrentar as amarguras da vida, há pessoas que conseguem lidar melhor com situações problemáticas do dia a dia. Mas no entanto à outras pessoas que sentem reféns desta tristeza profunda que parece não querer passar, e em que a pessoa se sente imobiliza, e que leva a sentir-se frustrada e deprimida.
O que devemos fazer, nesta situação?
Nestes casos é muito importante contar com a ajuda de um psicólogo, pois só assim podemos prevenir e diminuir o impacto de certos problemas e tornar-nos mais confiantes e resolutivos.
Quando problemas deste género surgirem na sua vida, não hesite e contacte um psicólogo, pois ele é a pessoa certa para o ajudar e auxiliar a expressar-se e a encontra um sentido, com esta ajuda vai poder aprender a definir melhor os seus objectivos e a visualizar as suas dificuldades da vida.
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Quem é o Terapeuta da Fala ?Terapeuta Guida Neves e Terapeuta Joana Gilhttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2018/03/26/Quem-%C3%A9-o-Terapeuta-da-Fala-https://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2018/03/26/Quem-%C3%A9-o-Terapeuta-da-Fala-Mon, 26 Mar 2018 10:35:10 +0000
É o profissional de saúde responsável pelo desenvolvimento de actividades no âmbito da prevenção, avaliação, diagnóstico e intervenção de perturbações relacionadas com :
- Linguagem oral e escrita;
- Motricidade Orofacial;
- Comunicação;
- Deglutição;
- Fluência,
- Fala;
- Voz.
Damos apoio a pessoas de todas as idades, desde bebés a idosos.
Intervimos com:
- Perturbações da Articulação Verbal;
- Perturbações da Fluência;
- Perturbações da Voz;
- Alterações da Deglutição;
- Alterações da Mastigação;
- Perturbações da Linguagem Escrita;
- Doenças Neurodegenerativas;
- Sequelas pós AVC;
- Paralisia Cerebral;
- Etc.
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Kinesio Tape ou Bandas Neuromusculares moda ou efeito terapêutico?Ft. Rita Lourençohttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2017/05/15/Kinesio-Tape-ou-Bandas-Neuromusculares-moda-ou-efeito-terap%C3%AAuticohttps://www.fisioterapiagoldenhands.pt/single-post/2017/05/15/Kinesio-Tape-ou-Bandas-Neuromusculares-moda-ou-efeito-terap%C3%AAuticoMon, 15 May 2017 15:19:08 +0000
Muitos pacientes me tem perguntado o que são estas "fitas" coloridas que toda a gente usa, uns perguntam porque vêm nos jogadores de futebol, outros porque um familiar já usou, mas nunca lhe conseguiu explicar bem o que faziam.
Estas "fitas" coloridas, são chamadas de Kinesio Tape por uns e Bandas Neuromusculares por outros, foram desenvolvidas nos anos 70 na Ásia, utilizando os princípios da Quiropraxia e Cinesiologia.
A ideia é que o se recupere a saúde mantendo o movimento e a actividade muscular, os músculos não realizam somente o movimento, mas também influenciam na circulação sanguínea, linfática e temperatura corporal. Tratando os músculos lesionados com este método, o processo de recuperação do nosso corpo é activado logo é mais rápido,
Este método prolonga os efeitos do tratamento fisioterapêutico permitindo que os benefícios deste se mantenham ao longo de todo o dia, sendo usado para tratar um conjunto alargado de problemas a nível ortopédico, neuromuscular, neurológico, linfático, entre outros.
A aplicação do Kinesio Tape reduz edemas e a dor de lesões musculares. Isto ocorre porque a dor causada pela pressão exercida nos receptores do nosso corpo, sensoriais e neurológicos, é aliviada através das ondulações que a banda promove, elevando a pele. Melhorando desta forma a circulação sanguínea e permitindo que o sistema linfático flua mais livremente, logo o nosso “poder” cicatrizante actua mais facilmente.
Como pode ser utilizado durante 3 a 5 dias senão fizer alergia, estamos a falar de uma tratamento que actua nas restantes 23horas do seu dia, onde o fisioterapeuta não pode intervir, logo parece uma técnica bastante vantajosa, não?
Embora já se use em desfiles de moda e outros eventos, como um adereço, para nós estes adesivos ajudam muito em contexto clínico e é por isso que trabalharmos tanto com eles.
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